sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

P430: NA CONTAGEM FINAL PARA O ALMOÇO...

Na expectativa do petisco que aí vem, publicamos hoje um trabalho enviado pelo 
nosso camarigo Juvenal Amado. Original sem alterações.




quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

P429: NOVA TERTÚLIA DOS COMBATENTES, EM LEIRIA



SESSÃO SOBRE A INDIA, NO PRÓXIMO DIA 31 DE JANEIRO

Relembramos os nossos camarigos que prosseguem as designadas “Tertúlias dos Combatentes”, organizadas pelo Jornal de Leiria e pela Livraria Arquivo, com a colaboração do Núcleo de Leiria da Liga dos Combatentes.
No próximo dia 31 de Janeiro, pelas 18H00, irá realizar-se nova tertúlia, que terá como tema a India.


A sessão decorrerá numa sala da Livraria Arquivo, na Av. Combatentes da Grande Guerra, nº 53, em Leiria (refª  A no mapa junto). Estarão presentes António Borges da Cunha e Jaime Antunes Pereira Reis, sendo a sessão moderada pelo capitão Lourenço Faria.

Se estiveres disponível junta-te ao grupo de assistentes. Para quem estiver presente no nosso convívio/aniversário em Monte Real, nesse mesmo dia, é uma questão de após o almoço terminar a tarde em Leiria assistindo a esta sessão (gratuita, a partir das 18H00).

A Tabanca do Centro


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

P428: DAS CRÓNICAS DO JERO...

Com a devida vénia, fomos rebuscar no blogue do JERO esta história acabadinha de sair... Podem ver este e outros textos do JERO no blogue http://jeroalcoa.blogspot.pt/ , de que temos ligação directa na coluna da direita, n' "O Sítio dos Camarigos".
Os editores

UMA CHAMADA A HORAS MORTAS...

Uma “chamada” com que ninguém contava…
 Saber lidar com a morte é algo difícil para a maioria das pessoas. Nessas horas o sentimento de dor e desespero pela perda é muito difícil de ultrapassar pelos familiares e amigos próximos.
Mas depois há as profissões que convivem de perto com a morte.
 Uma das profissões em que isso acontece – quase sempre em condições dramáticas - é a do perito legista. Trabalhando no Instituto Médico Legal esses profissionais, na maioria das vezes, realizam perícias de mortes trágicas, que envolvem acidentes ou assassinatos.
Há ainda o caso dos coveiros que precisam trabalhar perante o sofrimento e a dor dos familiares do ente querido que vai a enterrar.
Mas ainda antes do acto de sepultar os mortos, existe o serviço das funerárias , onde os seus funcionários, normalmente conhecido por cangalheiros, preparam o corpo para a última viagem.  Vestem, fazem maquiagem, cortam o cabelo, fazem a barba, colocam flores no caixão, para que fique uma boa impressão do falecido durante o velório. Para que um corpo fique pronto gastam-se largos minutos. Quando não são horas.
Feito o contexto do tema que hoje abordamos vamos ficar por “estórias” que constam acerca de alguns velórios.
 Desde a daquele homem do campo, cujo caixão foi transportado durante alguns quilómetros em cima de um burro até à Igreja, e que caiu tantas vezes durante o percurso que, durante o velório, abriu os olhos e voltou  (momentaneamente) à vida...assustando toda a gente.
Ou a de um pescador já idoso, que no velório na capela da sua naturalidade, “acordou” e se levantou por momentos do caixão onde repousava, sujeitando-se de imediato a um ralhete da sua (assumida) viúva, que rapidamente o aconselhou a deitar-se de novo pois as despesas do funeral já estavam feitas…
A última é dos nossos dias e aconteceu durante o velório numa capela duma igreja duma aldeia do Litoral Oeste.
Na preparação do corpo para o funeral o cangalheiro, que trabalhava sozinho, reparou que o casaco do morto era do mesmo padrão e cor do que trazia vestido, mas com uma diferença. Era novo e o seu …nem por isso. E quanto a tamanho? Eram iguais. O cangalheiro pensou em voz alta (ou teria sido em voz baixa…) que o morto não se ia importar e fez a troca.
Seguiu-se o velório. As horas foram passando e, como é habitual, com o decorrer do tempo as condolências foram escasseando e na capela mortuária ficaram os familiares mais próximos e dois ou três amigos indefectíveis. E o cangalheiro.
Perto da meia-noite tocou um telemóvel. Uma, duas, três, quatro vezes e mais vezes. Ninguém atendia. Os presentes olhavam uns para os outros mas o som do telemóvel parecia cada vez mais estridente no silêncio da noite que já ia longa.
Mas o mais estranho de tudo era que o som do telemóvel parecia vir de dentro do caixão…
O longo minuto terminou quando o cangalheiro bateu com a mão na própria cabeça e foi “ajeitar o corpo” no caixão. O som do telemóvel deixou se ouvir.
Vá se lá saber porquê!!!
Quem é que ia esperar uma “chamada” a horas mortas…
JERO

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

P427: NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA


Lembramos ainda aos inscritos, que se quiserem no fim do almoço beberricar um "licoroso", (vulgo whisky, etc.), é conveniente irem à reserva das vossas garrafeiras e trazerem um ou duas garrafinhas para, solidariamente, dividirem com todos os camarigos.

Até 31, cheios de boa disposição!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

P426: COM UNS ANITOS... MAS ACTUAL



OS MEUS FANTASMAS



Tenho as noites povoadas
de estranhos fantasmas
que se arremetem contra mim
e não me deixam descansar.

Vêm de longe
estes fantasmas,
de longe no tempo,
e no espaço até,
vêm de África,
vêm de terras da Guiné.


Por vezes atormentam-me,
fazem-me sofrer,
fazem-me chorar.

Por outras vezes contudo,
fazem-me rir,
obrigam-me a viver,
povoam o meu sonhar.

Há noites em que acordo,
encharcado em suor,
ou serão lágrimas de dor,
que molham o meu travesseiro?

Mas outras noites há também,
em que adormeço pacifico,
como que envolvido na paz,
embalado no amor.

Durante o dia aquietam-se,
não saem a terreiro,
passeiam-se comigo,
é certo,
mas não se fazem notados,
nem pela forma,
nem pelo cheiro,
(não há nenhum que se afoite),
mantêm-se adormecidos,
como que a ganharem forças,
para me fazerem companhia…
à noite!



É o cheiro da terra quente,
o pôr-do-sol encarnado,
o macaréu apressado,
que abafa o grito da gente,
que se tinge de coragem
à falta de outro fado.




Trato-os por tu,
são meus,
embora eu muito suspeite,
que também atormentam outros,
ao longo de cada noite,
mal dormidas,
mal sonhadas,
misturadas de suores,
e de lágrimas choradas,
compondo um quadro pintado
das mais violentas cores,
um quadro longo, longo,
que nunca está acabado.


Deito-me com eles,
os meus fantasmas,
já fazem parte de mim,
do meu dormir,
do meu sonhar,
são como um despertador
que não me deixa dormir,
que me obrigam a lembrar,
o que foi o meu viver,
por terras dessa Guiné.



Dizem-me ao ouvido,
baixinho,
que não querem atormentar,
nem sequer o meu existir,
nem tão pouco o meu viver,
mas apenas querem gritar,
bem alto,
para que todos ouçam,
o que os outros que por aqui andam,
fazem questão de esquecer.

                             Joaquim Mexia Alves
                             27.12.91

domingo, 12 de janeiro de 2014

P424: AINDA NO RESCALDO DAS FESTAS...

CRÓNICA DO MANUEL KAMBUTA DOS DEMBOS
Este texto do Manuel Lopes deve ser digerido com algum cuidado, tendo em conta que saímos agora dos festejos de fim de ano e ainda podemos estar algo combalidos dos neurónios. A ler com a devida contenção...



O «Manel Kambuta dos Dembos Soba da Sanzala Dwzentosnoventa» ontem fez como sempre quando abre aquela geringonça ou que raio é aquilo aquela coisa que mais parece uma trebisão «computador»prá gente ber as moças na casa dos….quêêê…tá calado….quescobilhices, e foi ber o que estaba escrito prus primos Homys Grandys na Tabanca do Centro. Biu lá umas coisas escritas que parecia um estetamento, ele leu bezes sem conto mas na precebeu nadita de nada, foi dromir a pinçar naquilo que os Tabanqueiros criam dezer…pensou mas que raio o que práqui bai o qué queles querem dezer aos camarigos será que seija abisar que apraceu mais um imposto prá gente pagar?… ai que porra e que raio se é isso.
O sempre procupado Kambuta lá a munto custo passou a noite sem dromir a pinçar naquilo. Hoije de manhêa cando se levantou pinçou em descobrir tudo.
Se pinçou milhor o fez chatiar «o Periquito de Manssoa o Home Grande da Tabanca Alkydom Agostinho Gaspar», preparou a minssaige pra le imbiar que dizia assim «mê primo prequito Homy Grandy da Tabanca do Alkydom, eu te primo Soba da Sanzala Dwzentosnobenta preciso que banhas aqui o mais rápido milhor prá gente resolver um assunto queu na consigo sozinho. Bê lá se imbias a minssaige antes de bir pra eu fazer conta aqui bai ela».
 Meteu na boca do Morteiro e aqui bai disto… viiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiipummmmmmmm, aquela porra cum a minssaige caiu no mei da roça do primo da Tanbamca do Alkydom caté espantou as pobres obelhitas que barregando chamaram maluco ó Soba Kambuta (e na era pra menos), o Home Grande do Alkydon leu e respondeu logo ca sua minsaige que dezia assim «me primo Soba Kambuta, li o que tu escrevestes mas na precebi nada; a tua escritura pracia rabiscos das lhas galinhas. Prá próxima bens aqui pedir ás nhas obelhas quelas escrevem melhor que tu, ó atão pede ó tê Snoopy, tá bem? Pega lá aqui bai» meteu aquilo na boca do Murteiro e ….ziiiiiiiiiiiiiiiipummmmmmmmmm, aquela coisa estranha caiu no pátio do Soba Kambuta mesmo junto á casóta do Snoopy que dormia a sesta pachorramente; cum aquele barulho deu um salto, só parou no telhado da casa, começou a latir a chamar o dono que parecia dezer ó Kambuta és mesmo tolo, pá, bê lá a bosta canda a fazer olha pra esta porra…bai ber o que está li…o Kambuta agarrou o papel cum a minssaige ficou munto sastifeito pois os dois iam descubrir aquelas coisas esquisitas.
O Homy Grandy da Tabanca do Alkydom, sem demorar nadita mesmo, e pegou no hanimógue  burrinho de mato dos muntos que tinha pro ali espalhados na roça e zarpou picada fora cum a chuba que tinha caído ainda conseguiu passar à bulanha do Lis cainda tinha pouca auga, assim, foi um estante enquanto chigou à Sanzala Dwzentosnobenta bateu á pertinhola da Kubata do primo Kambuta que já estaba à espera agarrado aquela coisa parcida á trebisão a ber se lia aquilo da Tabanca do Centro.
O Soba Kambuta chamou o primo Homy Grande de Mansoa pro pé da trubisão pra lerem aquele estetamento todo cus camarigos Homus Grandes da Tabanca do Centro tinham escrebido, mas leram, releram e na cumprenderam nada, trucaram perguntas e respostas e na chigaram a perceber nada.
Foi atão cu Soba Kambuta pinsou e pediu ó primo Homy grande do Alkydom pra mandari umas minsaiges ós nossos Primos Homys Grandes das Tabancas de Bwarkws «Vasco da Gama» e da Tabanca Nacêdaondy «Miguel Pessoa» quele ia imbiari tamem uma ó nosso Primo Homy Grandy da Tabanca de  Mwntarryaly «Joaquim Mexias Alves» a pruguntari seles podiam respunder o caquilo cria dezer, o Primo de Alkydom, disse logo pra na fazermos isso.
O Soba Kambuta, munto admirado pla risposta do Primo Periquito do Alkydom, perguntou afinal cmé quebamos resolver isto mê primo? Ó primo Kambuta, pensa bem nisto que te bou dezer, o nosso primo da Tabanca de Bwarkws, anda munto tarefado na ingricultura, o de Mwntarryaly anda munto tarefado nas escritas doscritórios, e o da Tabanca Nacêdaondy tem munto trabalho na jaringonça disto que parece a trebisão a fazeri as coisas da Tabanca do Centro, como bez nhum deles tão pra nos tender, temos que tentar incuntrar outro pra nus ajudari. Risposta pronta do Kambuta, «ó primo da Mansoa, já sei quem bai resolber esta escrita ca gente na precebe, sabes quem bai ser? Diz lá primo Kambuta dos Dembos…olha, bai ser o nosso Primo o Homy Gandy da Tabanca de Bafatá, o mais quenhecido pru Homy Grandy da Tabanca da Byeyra «Almiro Gonçalves» tu na sabes mas bou te dezer axque na tropa trabalhou cumas coisas que falabam praciam uns caxótes punham aquilo ás costas praciam quiam tocar prós bailes, o primo homy grande de Alkidom respondeu, ó primo kambuta tou mesmo a ber qués mesmo «Matumbo, burro» na bez um cumboio à frente dus tes olhos eu obi dezer quesses tropas eram trasmissôs que obiam falas esquisitas e cumprindiam tudo e rispundiam, katé pracia bruxedo queméra pessíble, mas pronto fala lá tu cuele.
O Soba Kambuta, tratou logo pru fazeri a minsaige cuns rascunhitos sem jeito que dezia assim «Bum dia mê Primo da Tabanca da Byeyra tou aqui ku nosso Primo da Tabanca do Alkydom temos aqui um grande assuntum pra resolberi e na conseguimos era bum qu biesses cá agora de repente na precisas de mnandari a minsaige bem já» meteu aquele papeli na boca do Murteiro e aqui bai disto ziiiiiiiiiiiiiiiiipummmmmmmmm, prujeitos caiu mesmo no meio du jardim onde taba o gato branco a drumir axeque o pobre bexano deu um salto ficou pendurado na cruta dum penheiro a regar pragas ó kabuta pru le estragar a sesta, o Homy Grande de Bafatá oubiu o estrondu foi ber e deu ca minsaige agarrou logo na Berlié que tinha mais á mão e foi num estante enquanto chigou à Sanzala Dwzentosnobenta e à kubata do Soba Kambuta, onde os dois primos estabam todos trapalhados à espera, na esperaram mais tempo, lebaram o Primo da Tabanca da Byeyra à tal dita coisa esquesita trebisão pra ele ler e ber se cumpindia alguma coisa daquilo, o esperto nosso Primo Homy Grandy de Bafatá e da Tabanca da Byeyra, até pracia bruxo, só passou cos olhos plas letras biu logo o que era, respundeu logo, ó Pimos teijam descansados isto na é nada prá gente pagari na é nenhum emposto, eu tamem fiquei atrapalhado cando li a minsaige e cmessei a ler isto juntei aqui e ali umas palabritas cmu eu fazia na nha tropa nas trasmissôs, pudemos estar descansados, agora bou boltari prá nha Tabanca prá Byeyra, e eu tamém respundeu o primo da Tabanca do Alkydom, agarraram a berlié e o burrinho de mato pra abalarem irem imbora mas o Soba Kambuta dos Dembos pra ficar mais discansado na su Kubata na su Sanzala Duzentosnobenta, pediu ó Primo da Tabanca da Byeyra pra irem os dois atrás do primo da Tabanca do Alkydom até à ponte do rio lis porque taba a chuber munto e a Bulanha pudia tar cum munta auga e ele podia precisar dajuda nossa, o primo do Alkydom lá abalou a toda apressa pracia quia cum fogo no rabu, nunca mais o bimos, mas o Kambuta e o periquito de Bafatá foram atrás dele, cando chigaram á ponte do cóteiro biram a bolanha cheia dauga e lama e o periquito de manssoa no meio da picada sem poder ir nem prá frente nem pra trás, os dois primos meteram-se auga e lama a dentro até chigarem o pé do primo atrapalhado o burrinho de mato na ligaba o metori agente cumbinamos a milhori maneira do tirar dali, mandar uma minsaige o nosso Primo Homy Grandy da Tabanca de Mato Cão e de Muntarryaly Joaquim Mexias Alves» assim fizeram os três primos kambuta periquito de Alkydom e periquito da Byeyra um escrevia os otros dabam as ideias a minsaige dezia assim «Ó Primo da Tabanca de Mwntarryaly, agente os três tês primos kambuta piriquito do Alkydom e piriquito da Byeyra tamos a pecisar da tu ajuda temos intalados na bolanha do lis junto à ponte do cóteiro pedimos que mandes uma minsaige pró nosso Primo Home Grande da Tabanca de Nacêdaondy pra ele bir fazer um riconhicimento cum abiom dos dele para mandare cá bir alguém tirarnos tá bem?
Fazes isso ós tês primos, bai ca gente paga-te uma ceia na taberna da ti Peciosa amanhea» minsaige acabada e aqui bai disto na boca do murteiro, zzzzzzzzzzzzzpum, caiu na frente do Café Cintral, taba o nosso primo a ler um jornal munto antigo já dalgumas semanas atrasadas e a buer uma garrafa dauga de carbalheiros pra fazer a gestão dum resto de bolo rei que tinha taxado a merenda e fez-le munto mal, coitado do nosso primo na cabou de buer a auga escreveu a minsaige pró nosso primo da Tabanca da Nacêdaonde a pedir o fabor, o pedido foi logo aceite, só tinha passado uns dez minutos e passou um abiom munto baixinho próxima de nós três que deixou cair uma coisa que pracia um missele que fez pummmm e apraceu um papel Cuma mynsayge que dezia assim «ó mês primos teijam descansados eu bou largar outra minsaige ó nosso primo da Tabanca de Mwntarryaly a infurmá-lo que bocês bão sair da bolanha brebe, pra na se xatiari, e outra ó nosso Primo o Almirante da Tabanka de Bwarkws, « Vasco da Gama» o nosso Primo que guiaba o abiom lá seguiu direito a Bwarkus e záz deitou outra coisa que fez pummmmm ó chigar ó chão mesmo infrente do nosso Primo Almirante Home Grande da Tabanca de Bwarkus que taba a plantari cebolas, coitado do nosso Primo ia desfalecendo cum tal susto mas cando biu um papel Cuma minsaige leu e praguejou ó porra tanho quir já tão a precisar da nhajuda. 
A minsaige dezia assim « mê Primo tu que precebes dessas coisas das manias do mari, agarra a tu carabela cum que tu discubriste o caminho plu mar direito à India e bai depressa plu mar dentro direito à Praia da Byeyra e entra no rio lis e ó chigares à ponte de Mwnta rryal segues à esquerda plu rio de Amor e paras na ponte do cóteiro os nossos  três primos o kambuta o grande de Manssoa e o grande de Bafatá tão aí intalados na Bolanha» o nosso Primo Almirante de Bwarkus na tebe cum meias medidas e arrancou ferro e zaz mar fora numa hora taba ó pé dos três primos na Bolanha do lis cargaram o burrinho de mato cum munto custo mas cunseguiram  imbarcaram todos na carabela do nosso Primo Almirante cumbinaram para tracarem junto à ponte do rio lis pra fazerem a supresa ó nosso Primo da Tabanca de Mwntarryali foi o que fizeram, saíram os quatro da carabela aprubeitaram para fazerem uma camenhada até o Café central onde foram incuntrar os otros dois Primos o da Tabanca de Mwntarryaly e o do Abiom que tinha aterrado no campo da biação e tinha aprubeitado pra ir cumberçar e buer uma auga das pedras com o outro primo, foi uma festa cum todos os cinco «PRIMOS o Kambuta dos Dembos Soba da Sanzala Duzentosnobenta, Manuel Lopes Lopes, Homem Grande de Mansoa da Tabanca Alkudom Agostinho Gaspar, Homem Grande de Bafatá da Tabanca da Byeyra Almiro Gonçalves, Homem Grande de Mato Cão da Tabanca de Mwntarrialy Joaquim Mexias Alves, Homem Grande da Tabanca Nacêdaondy Miguel Pessoa, e Homem Grande da Tabanca de Bwarkws Vasco da Gama. Finalmente uma História com um final feliz com muito humor penso eu O sempre amigo Manuel Lopes.



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

P423: VEM AÍ O NOSSO 4º ANIVERSÁRIO!



Camarigos

A exemplo do que sucedeu no nosso último encontro vamos tentar reservar a sala de refeições principal da Pensão Montanha para o nosso convívio de Janeiro, em que simultaneamente comemoramos o 4º aniversário da nossa Tabanca.  

Pretendemos simultaneamente não prejudicar a nossa anfitriã afastando os clientes habituais do famoso cozido nem impedir estes de o saborearem nos seus habituais almoços das 4ªs feiras.

Considerámos por isso uma boa solução para todos a escolha de um outro dia da semana para a realização do nosso convívio de Janeiro, mantendo no entanto a ementa tradicional, o habitual cozido à portuguesa.

O nosso próximo encontro comemorativo do 4º aniversário da Tabanca do Centro será então na última 6ª feira de Janeiro, dia 31. Para termos possibilidade de fazer acertos finais relativos à reserva da sala (dependente do número de inscritos) iremos apontar as 12H30 do dia 24 de Janeiro como data limite para as inscrições. 

As inscrições deverão ser enviadas (com indicação do nº de inscritos e primeiro e último nome de cada um) para tabanca.centro@gmail.com ou na caixa de comentários deste poste.
A Tabanca do Centro